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Mostrando postagens de junho, 2018

Aula M7 e o canto da sereia me pegou

É... o canto da sereia falou mais alto com a gentileza da professora Sandra Bernardo em contribuir com a minha pesquisa. E acho que vou mesmo pelas metáforas e metonímias, para dar um embasamento mais interessante à pesquisa. E vamos que vamos, né? A aula com M7, sempre muito agradável, assinalou duas coisas beeem interessantes: a primeira é que o Skype não pegava de JEITO NENHUM. Daí tivemos de realizar a aula pelo whatsapp. Questionando-me sobre a aprendizagem ubíqua , percebi o caótico de minha ula hoje: como nos coloca Santaella, a aprendizagem ubíqua corresponde a Processos de aprendizagem abertos significam processos espontâneos, assistemáticos e mesmo caóticos, atualizados ao sabor das circunstâncias e de curiosidades contingentes e que são possíveis porque o acesso à informação é livre e contínuo, a qualquer hora do dia e da noite. Por meio dos dispositivos móveis, à continuidade do tempo se soma a continuidade do espaço: a informação é acessível de qualquer lugar. ...

Aula M1 e M2 26 jun 18

Nossa, aula com M1 e M2 hoje foi fantástica. Ouvi duas surpreendentes frases: "La escritura me ayuda a oír mejor" "Dame cinco segundo.... cómo si no hubiera un conjugador aquí abierto, Ana". Sim, veja só. A multimodalidade da aula online, em que vemos a sincronicidade de áudio e vídeo, ajuda a M2 a compreender melhor o que se diz. É a escrita apoiando a fala. Essa constatação já foi expressa por outros participantes. Mas essa fala de M1 do conjugador aberto.... Ah, essa fala! É isso: o que se passa "do outro lado da tela?" Não sei, mas quero e muito saber. E é essa a dimensão hipertextual da aula síncrona online:será que se um aluno tivesse a mesma dúvida acerca do particípio de decir conseguiria dar a resposta? M1 tem a Internet TODA a seu dispor .Mas será que ela a ajuda ou a distrai? Eis a questão.

aula M5 e M6

Hoje estou um pouco muito atrasada na escrita do diário.A Introdução do projeto está tomando bastante o meu tempo. Ainda me sinto muito insegura por não ter leituras sobre a compreensão oral e por não saber meu caminho de análise. Mas, pelo menos, já tenho as metodologias de base e isso me deixa mais segura. (ufa) Quero relatar a aula que tive com M5 e M6. M5 é um aluno que apresenta bastante dificuldade e confesso que às vezes ouvi-lo não é tarefa fácil. Por isso eu me incluo na investigação: eu também preciso saber ouvir os alunos. O professor, como nos coloca Silva (2000), urge sair da posição do falar-ditar mestre para cocriar a mensagem com o aluno.É esse meu esforço de busca, é esse o meu fazer. O que achei curioso na aula é que M5 usou a palavra estratégia para contar-me como organiza sua lista de palavras a fim de conseguir êxito no DELE: aprender língua é criar muitas listas de palavras, de vários âmbitos, de muitos vocábulos e , assim, conseguir expressar-se melhor diante...

Aula M3 e M4

Estou deixando o campo falar comigo.Sim,porque não deveria? Muitas das vezes chegamos com hipóteses,com lentes de aumentos, prontos para colher , para extrair. Mas será que, de fato, deixamos o campo falar conosco? E nesse movimento, presto muita atenção agora às aulas. Olha aí a atenção, essa função executiva interessante, tão capaz de voltar-se aquilo que precisamos ter. A aula com M3 e M4 sempre é muito agradável. Eles são bons alunos, convivem pessoalmente e estão muito dispostos a aprender. Comecei a fazer algumas interrogações a respeito dos erros, do que poderia ser equivocado: Te acuerdas de haber algún error en lo que me has dicho? M3 relatou sua dificuldade na pronunciação do som do V em Espanhol.  Veja que interessante: M3 revela o seu conhecimento da dificuldade em pronunciar o V e , como falou uma palavra que tinha V, "Verdad",sabia que tinha errado. Será que este conhecimento prévio do erro pode ter induzido a memória do que ouviu? Perguntei-lhe, ent...

Aula M1 e M2

Ontem fui conversar com o professor Antônio Ferreira sobre a pesquisa narrativa. Lembro-me bem do texto do Aldo a respeito das seduções dos caminhos teórico-metodológico. De fato, eles muito nos atraem....  Em relação à análise de dados com a PN, Antônio ofereceu-me três percursos: a Análise de Conteúdo, metáforas e  crenças.  Confesso ouvir bem alto o canto da sereia para as metáforas de Lakoff e Johnson. Porém, a aula de ontem com M1 e M2 falou-me muito das crenças. Ao perguntar a M1 se ele lembrava de algo equivocado do que havia dito, em um esforço pela autocorreção, este relata : no sé, porque no sé si lo que hablo está en portugués o en español. e eu lhe disse: Ah, bueno, entonces no has puesto atención a lo que  nos has dicho? E ele me relatou :No. Interessante que, ao longo da fala de M1, M2 parecia escrever no chat da aula. E eu, registrei este momento, por acreditar que provavelmente M2 poderia redigir alguma dúvida. No entanto, para minha surpresa, M...

O dia da leitura da Resenha

Edméa Santos. Um nome em Educação e cibercultura. Uma ordem: leia a sua resenha diante de toda a turma. Memórias, olhares, escutas abertas a perceber os sentidos de minha fala. Devia haver erros, mas parece que muito mais acertos. E o esforço desse caminhar reconhecido. Porque no mestrado nada é tão certo ou errado e tudo é passível de comentários. Hoje vejo o quão bons são os artefatos. Os pares mais competentes nos enriquecem muito e a minha sorte é ter encontrado alguém tão generoso como a professora Edméa Santos e , claro, a minha orientadora Janaína Cardoso.

Sábado gelado

Hoje, nesse sábado gelado, passei a manhã e até agora 14:45 escrevendo o restante da parte metodológica, um pouco já das técnicas e a caracterização dos participantes. Pensei em lançar a proposta do blog eletrônico aos alunos do grupo de estudos, já que  além de ser um exercício introspectivo para a construção das narrativas, eles farão textos em língua espanhola . A uma das participantes do CELIFF, penso em auxiliá-la na escrita da língua portuguesa, por ela ser minha aluna no curso de redação do ENEM e parecer necessitar de bastante auxílio nessa área. Em relação à parte psicológica, a pesquisa mostra-se a todo tempo processual. Na ansiedade por concluir  rapidamente o trabalho, vejo o quanto de etapas ainda vou percorrer. E estou disposta a isso. A aprofundar-me cada dia e cada vez mais nas teorias.

Possível nome para o projeto?

No entremeio da etapa exploratória, encontro-me hoje, entre as leituras de Minayo (1992) e de Telles (2002), eis que surge um insight:  Fazer silêncio é ouvir na tela? A narrativa, a ação e a compreensão oral docente e discente em aulas síncronas online de espanhol como língua adicional. Inicio o título por um questionamento: de fato, nos momentos de silêncio durante a aula síncrona virtual, os alunos ouvem? Há o momento desta audição ou não? Justifica-se o uso das palavras narrativa e ação por abarcar a metodologia: a pesquisa-ação e a pesquisa narrativa.  A pesquisa narrativa docente, de natureza qualitativa, surge como estruturante para o exercício do olhar à prática docente: imagens, narrativas, poéticas, histórias e artes autonomizam, emancipam, constroem e desenvolvem a “identidade profissional de si-mesmo” (Bruner, 1997) o   eu-professor, visto ser o professor agente e objeto de investigação (Telles, 2002). Já para a parte da pesquisa-ação, ancoro...

A busca pela metodologia e fase exploratória

 Busco, buso, busco, busco a metodologia de minha dissertação. O presente do IFFluminense em conceder este ano de licença foi primordial, visto que seria um hercúleo esforço deslocar-me entre Pádua e Rio em tão pouco tempo de curso, com seis disciplinas e mais uma dissertação para escrever... Ontem encontrei a minha orientadora Janaína Cardoso (s2) para contar-lhe as novidades sobre a pesquisa. Por ser uma pessoa altamente ansiosa, no início, pensei em mil possibilidades, mas, ao ler a tese de minha tutora , acabei por me apaixonar pelos processos de compreensão oral. Janaína solicitou-me a leitura da parte metodológica do trabalho, com vistas a que eu saiba o que realmente desejo fazer. E assim, hoje, fá-lo-ei. Começarei pelo fichamento da pesquisa narrativa e do livro de Minayo a respeito da metodologia científica. Então, vamos nesse embalo metodológico! :)