aula M5 e M6
Hoje estou um pouco muito atrasada na escrita do diário.A Introdução do projeto está tomando bastante o meu tempo. Ainda me sinto muito insegura por não ter leituras sobre a compreensão oral e por não saber meu caminho de análise. Mas, pelo menos, já tenho as metodologias de base e isso me deixa mais segura. (ufa)
Quero relatar a aula que tive com M5 e M6. M5 é um aluno que apresenta bastante dificuldade e confesso que às vezes ouvi-lo não é tarefa fácil. Por isso eu me incluo na investigação: eu também preciso saber ouvir os alunos. O professor, como nos coloca Silva (2000), urge sair da posição do falar-ditar mestre para cocriar a mensagem com o aluno.É esse meu esforço de busca, é esse o meu fazer.
O que achei curioso na aula é que M5 usou a palavra estratégia para contar-me como organiza sua lista de palavras a fim de conseguir êxito no DELE: aprender língua é criar muitas listas de palavras, de vários âmbitos, de muitos vocábulos e , assim, conseguir expressar-se melhor diante do tribunal avaliativo. M6 considera tal estratégia interessante, porém discorda do processo. Percebe a prova não só nos contextos lexicais , mas como um todo: o avaliador quer mesmo é saber da comunicação.
Peço a M6 ao final da aula que me diga uma frase proferida durante a mesma: "Beatriz, você pode por favor escrever o que está dizendo? Novamente outro aluno , quando não consegue entender o que está sendo dito, pede o recurso do chat. E eu, claro, aproveito a deixa. Por que? Ele me diz que a conexão estava bastante instável e , quando eu escrevi a palavra, houve o entendimento do que estava sendo dito. Será? Para isto, fico com a afirmativa de Paiva (2008) quando da veracidade das narrativas dos participantes: a realidade é construída.
Quero relatar a aula que tive com M5 e M6. M5 é um aluno que apresenta bastante dificuldade e confesso que às vezes ouvi-lo não é tarefa fácil. Por isso eu me incluo na investigação: eu também preciso saber ouvir os alunos. O professor, como nos coloca Silva (2000), urge sair da posição do falar-ditar mestre para cocriar a mensagem com o aluno.É esse meu esforço de busca, é esse o meu fazer.
O que achei curioso na aula é que M5 usou a palavra estratégia para contar-me como organiza sua lista de palavras a fim de conseguir êxito no DELE: aprender língua é criar muitas listas de palavras, de vários âmbitos, de muitos vocábulos e , assim, conseguir expressar-se melhor diante do tribunal avaliativo. M6 considera tal estratégia interessante, porém discorda do processo. Percebe a prova não só nos contextos lexicais , mas como um todo: o avaliador quer mesmo é saber da comunicação.
Peço a M6 ao final da aula que me diga uma frase proferida durante a mesma: "Beatriz, você pode por favor escrever o que está dizendo? Novamente outro aluno , quando não consegue entender o que está sendo dito, pede o recurso do chat. E eu, claro, aproveito a deixa. Por que? Ele me diz que a conexão estava bastante instável e , quando eu escrevi a palavra, houve o entendimento do que estava sendo dito. Será? Para isto, fico com a afirmativa de Paiva (2008) quando da veracidade das narrativas dos participantes: a realidade é construída.
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