Aula M3 e M4

Estou deixando o campo falar comigo.Sim,porque não deveria?

Muitas das vezes chegamos com hipóteses,com lentes de aumentos, prontos para colher , para extrair. Mas será que, de fato, deixamos o campo falar conosco?

E nesse movimento, presto muita atenção agora às aulas. Olha aí a atenção, essa função executiva interessante, tão capaz de voltar-se aquilo que precisamos ter.

A aula com M3 e M4 sempre é muito agradável. Eles são bons alunos, convivem pessoalmente e estão muito dispostos a aprender.

Comecei a fazer algumas interrogações a respeito dos erros, do que poderia ser equivocado: Te acuerdas de haber algún error en lo que me has dicho?

M3 relatou sua dificuldade na pronunciação do som do V em Espanhol.  Veja que interessante: M3 revela o seu conhecimento da dificuldade em pronunciar o V e , como falou uma palavra que tinha V, "Verdad",sabia que tinha errado. Será que este conhecimento prévio do erro pode ter induzido a memória do que ouviu?

Perguntei-lhe, então: M3, entonces qué puedes hacer para acordarte del sonido? M3 responde: No sé profe, tengo que ponérmelo en la cabeza.

Vejam só: M3 reconhece a cabeça como local de armazenamento de informações ( olha o canto da sereia novamente me levando para as metáforas... ai ai ...que fazer)

M4 , muito ironicamente, recomendou-lhe um método para que M3 pudesse lembrar-se d som do V: O método da vivacidade, que consiste em levantar-se e sentar-se, levantar-se e sentar-se.

Percebo a crença ( olha a crença, gente... ai, que caminho escolher) dos alunos para aprender algo: há de se passar por um método, algo estruturado, que possa conferir segurança no aprendizado). E considerando que M3 e M4 são militares, isto se confirma ainda mais: o tal método citado pelos participantes é oriundo de uma prática da Academia Militar.





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